Siddaramaiah discute ameaças à segurança em evento público.

Preocupações com Ameaças à Segurança em Karnataka

Bengaluru: O chefe de governo de Karnataka, Siddaramaiah, declarou na última sexta-feira que também recebeu ameaças à sua vida e ordenou uma investigação policial sobre o assunto. Essa afirmação veio em meio a revelações de ameaças semelhantes sofridas pelo presidente da Assembleia Legislativa, UT Khader.

Durante uma interação pública em Mandya, Siddaramaiah destacou: ‘Até eu recebi ameaças à minha vida. Não há muito que se possa fazer em relação a essas coisas.’ Ele enfatizou a necessidade de a polícia identificar os autores das ameaças.

Khader, que havia reconhecido anteriormente os riscos que enfrentou, mencionou o ataque de 2020 ao ex-ministro Tanveer Sait, afirmando: ‘Eu também enfrentei ameaças quando Sait foi atacado. Desde então, não houve mais incidentes semelhantes. Estou cooperando com as autoridades.’ Além disso, ele revelou ter falado com a Agência Nacional de Investigação, que está analisando atividades do Popular Front of India, uma organização banida.

Em uma crítica ao primeiro-ministro Narendra Modi, Siddaramaiah questionou o silêncio do líder sobre o recente ataque terrorista em Pahalgam, indagando: ‘Por que o PM não visitou o local? Isso não é importante?’ Ele considerou tal silêncio como uma falha de segurança.

A crítica se estendeu aos líderes do BJP, que, segundo ele, visitam locais de crime de forma seletiva, visando ganho político. A morte de Suhas Shetty em Mangaluru também foi mencionada, onde Siddaramaiah afirmou que o falecido tinha antecedentes criminais e pediu a prisão dos culpados. Além disso, o chefe de governo denunciou a RSS e o BJP por sua histórica oposição às reservas sociais.

Siddaramaiah fez um apelo pela realização de um censo de castas, acompanhado de uma emenda constitucional para aumentar o teto de reservas acima de 50%, a fim de refletir dados populacionais. Ele afirmou: ‘Empoderar as classes menos favorecidas social e economicamente é essencial para acabar com a desigualdade de castas.’ Além disso, clamou por reservas no setor privado.

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